Directório
Curriculum de Fernanda Freitas
FERNANDA DE FREITAS (Curriculum) MARIA FERNANDA LUCAS BAPTISTA DE FREITAS, estudou desenho e pintura em Angola, na cidade de (Pretória) África do Sul, e em Lisboa onde obteve diploma do Ensino «Álvaro Torrão». Em Angola participou em concursos de publicidade, tendo sido premiada. Expôs na África do Sul. Quando veio residir para Lisboa, começou a interessar-se pelos movimentos de divulgação literária e artística «Tábua – Rasa», «Camilo – Eça» e Marquesa de Valverde. Foi através desses salutares convívios e contactos que se decidiu a recomeçar a sua actividade artística, com a sua primeira exposição na Galeria Camilo-Eça-Lisboa-1984. Outras exposições: 1984 - Palácio dos Corucheus ( pelas « Festas da Cidade»; Galeria Prossomar (Estoril ). 1986- Casino do Estoril – VII Salão de Outono – teve um dos seus quadros aprovado para admissão na colectiva ali realizada. Escola Superior de Belas Artes em Lisboa – colectiva «Interarte» - obteve «Menção Honrosa» para o seu quadro «Basílica da Estrela»; 1988 – Sociedade Nacional de Belas – Artes – Lisboa. 1990 - Galeria de Arte » Fonte Nova »- Centro Comercial ( Benfica ) – Lisboa. 1991 – Exposição Cooperativa Militar em Lisboa. 1995 – Galeria - «Altis - Park Hotel – Foi-lhe conferido «Prémio de Arte» ao seu quadro «Basílica da Estrela» E «Louvor» ao quadro «Mãos que Falam». 1996 – Associação Promotora do Ensino dos cegos – » Expõe seu » quadro » na inauguração da sede. 1997 – Associação Promotora do Ensino dos cegos – Expõe o seu quadro «Festa de Natal». 2002 – Esteve presente na Exposição da FIL, pelo 50.º Aniversário da Força Aérea, em Lisboa. Dedica-se também, à arte de restaurar obras antigas, assinalando - se o restauro, de uma obra do Século XVII, pertencente à colecção do Dr. Adriano Cordeiro (odontologista) residente em Lisboa. Nu Queimada de Angola Capela Alegria Paisagem Africana Cavalo Caçada Zebras Praia do Guincho Cravos Amor de Mãe Mulher Muíla Angola Mascarada Africana Mãos que Falam Estrela Auto Retrato Mãe Hortênsias Vaso com Flores Basílica da Estrela Cravos Albert Einstein “ Auto - Retrato CENÁCULO LITERÁRIO MARQUESA DE VALVERDE O Cenáculo Literário Marquesa de Valverde, é composto por um conjunto de pessoas das quais fazem parte, numerosos poetas, escritores, bem como vários intelectuais ligados a todo o género de artes. Foi criado pela escritora Marquesa de Valverde, com a intenção de reunir naquela altura, uma vez por semana alguns intelectuais para apresentarem trabalhos originais e ao mesmo tempo fazer a discussão dos mesmos. Actualmente, continua a manter-se o mesmo espírito para que foi criado este Cenáculo, actuando especialmente em algumas áreas importantes da Arte, tais como: Divulgação e difusão da poesia portuguesa em particular. Promove a nível nacionais concursos de poesia nos seus vários géneros. Pensam publicar um “Boletim Cultural”que envolva a colaboração dos associados que assim o desejarem. Ainda em vida, da Marquesa de Valverde, por motivos de saúde o Cenáculo passou a ser gerido pela artista plástica Fernanda Freitas, como presidente deste Cenáculo, o que se mantém até hoje. PREFÁCIO Ao pensar, a Direcção do Cenáculo Literário Marquesa de Valverde, trazer a público uma Antologia, quis que não se perdessem no tempo peças de autores literários que acompanhassem a sua vida já longa, que marcaram já um século, o século XX que há tão pouco ultrapassámos. Estilos diversos compõem esta Antologia da prosa à poesia, procurando pôr sempre em destaque o sentido espiritual e intelectual da fundadora do Cenáculo “Zina Cabral “, Nesta Antologia não podemos deixar de louvar a sua continuadora, a pintora Fernanda de Freitas, que soube manter vivo o espírito da fundadora, Temos a certeza de que ao reunirmos nesta Antologia os trabalhos dos colaboradores do Cenáculo, estamos a prestar uma homenagem viva à sua fundadora. Uma das Directoras deste Cenáculo, Dr.ª Maria Antónia Oliveira Martins de Mesquita. P o e s i a Deus I És tão grande SENHOR, que em tudo leio Teu nome a letras de ouro desenhadas Mesmo que cega fosse sem receio, Te via de perfil nas madrugadas. II E a rocha sem sentir assim o creio, Te louva em sua forma inanimada, E até mesmo o, leão isso, alheio Te louva no rugir da madrugada III E nas flores eu vejo a tua fronte, A tua voz no riso das crianças, Teu um poente sobre o monte Que nos dá vida e dá também esperança. IV És tão grande Senhor, que o Universo A Ti rende homenagem com amor Para Ti é simplesmente este meu verso Rei, dos Reis, e também meu Senhor Lisboa, 22 /11 / 2008 Fernanda de Freitas PRIMAVERA PARA MIM I Mais uma primavera hoje recolhe Tu que és primavera para mim Em cada Ano que passa, nela colhes Uma rosa vermelha em meu jardim II Por isso quis levar-te de presente O perfume subtil de algumas flores, Rosas vermelhas são amor ardente Que eu dei o maior dos meus amores III Desci então o meu jardim secreto E num canteiro de amor meu coração, Plantou um roseiral em tom discreto, E cantou em teu louvor uma oração. IV A primeira oração, o teu carinho Quanto sinto, que estás de mim tão perto… Para não te deixar assim sozinho, A segunda, ameniza o meu deserto. V A terceira é a que ama, a que é pura, E que a delicadeza em si resume Toda a essa essência sublime da ternura Contida numa taça de perfume. Fernanda de Freitas SAUDADE Minha infância que passou, E não ficou… Infância onde houve, Terra, Céu e mar, Vales e colinas Montes e campinas Onde houve gargalhadas Doiradas Sol e luar, Beijos carinho candura, E ternura… Minha infância Cheia de luz, E de beleza Que a natureza, Com rudeza Transformou O passado Esfumado… E mudou Neste presente, Tão ausente A lembrança Dum passado Tão distante Que recordo com saudade. Lisboa, 10/1/ 2010 Fernanda de Freitas NATAL I Uma noite fria, fria Mas linda, toda luar É uma estrela que sorria No. Seu manto deslizar. II Uma estrela que sorria No seu lento deslizar? Se toda a gente dormia Por certo que era a sonhar. III Mas, eis que um galo cantou, E logo quem acordou Correu a Jerusalém. IV Numa pobre manjedoura Rezava nossa Senhora Como S, José também… V E um menino sem chorar Olhava, e o seu olhar Era pujante de luz. V I Dois mil anos já passaram Com outros mil a passar Que o tempo não se detém VII Os homens não se encontraram Porque lhes falta encontrar A mensagem de BELÉM. 16/12/2009 Para recordar…Fernanda de FreitasData: 2010-02-24
O Lado Negro das Palavras - Blog
Blog sobre poesia e literatura gótica e outras artesData: 2008-04-01
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Realizamos Convites, Lembranças, Porta alianças, Livros de honra, Ementas, etc para o seu casamento. O nosso objectivo é fazer o dia mais feliz da sua vida um momento inesquecivel... Contacte-nos para momentos_m_momentos@hotmail.com Momentos.Data: 2009-11-03
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Data: 2007-12-03
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